Quando gigantes da indústria nacional, como as empresas do grupo Raízen e Cosan, decidem atualizar seus protocolos de segurança do trabalho, o mercado inteiro presta atenção. Estas corporações lidam com operações de risco crítico, milhares de funcionários e uma pressão constante por eficiência operacional e compliance rigoroso. A transição dessas empresas do controle de alcoolemia manual para a automação total revela muito sobre o futuro da gestão de SSMA (Saúde, Segurança e Meio Ambiente) no Brasil.
O cenário anterior à automação era comum a muitas indústrias: uso de bafômetros passivos manuais, técnicos de segurança dedicados exclusivamente à coleta de sopros nas portarias, filas na troca de turno e planilhas de papel que dificultavam a análise de dados. A fiscalização era por amostragem, o que deixava brechas perigosas na segurança, e a rastreabilidade em caso de processos trabalhistas era frágil.
A virada de chave ocorreu com a implementação da tecnologia Phoebus. O objetivo era claro: atingir 100% de testagem do efetivo sem paralisar a operação, garantindo provas irrefutáveis em caso de infrações. A solução foi a instalação de totens Phoebus integrados diretamente às catracas de acesso. O colaborador aproxima o crachá, a câmera realiza o reconhecimento facial e, após um sopro de 5 segundos, a catraca é liberada.

Os resultados foram transformadores. Primeiro, a eliminação completa das filas, graças à velocidade do equipamento. Segundo, a redução drástica do custo operacional, já que os técnicos de segurança foram realocados para funções estratégicas de prevenção. E terceiro, a criação de um banco de dados poderoso: com alertas via WhatsApp em tempo real, os gestores passaram a ter visibilidade total sobre a operação, identificando tendências e atuando de forma preventiva.
Sua empresa ainda utiliza os mesmos métodos de segurança da década passada?

Visibilidade em tempo real: o gestor sabe da ocorrência no instante em que ela acontece.
Hoje, com mais de 20 milhões de testes registrados em nossa base de dados, a Health & Safety prova que a automação não é um luxo para poucas empresas, mas sim o novo padrão ouro exigido pelo mercado, pelas seguradoras e pela legislação.



